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Na Índia, riquixás também entram na era dos aplicativos

Quando Praveen Narayan Dusane começou a dirigir um riquixá motorizado na cidade indiana de Pune, ele tinha que lutar por cada rupia, a moeda do país asiático.
Em geral ele ganhava 300 rupias (pouco mais de R$ 10) em uma jornada de 12 horas que envolvia muitas vezes ficar horas parado no ponto esperando por passageiro ou brigar com outros motoristas –e com usuários– sobre o preço da corrida.
Agora, Dusane simplesmente checa as mensagens de texto no seu celular com a sua programação, com uma corrida a cada meia hora mais ou menos. O negócio melhorou tanto que ele comprou recentemente um apartamento de US$ 33 mil e pode mandar suas três filhas para uma escola de língua inglesa.
Leia mais (07/27/2014 – 02h00)

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